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Vereadora Sofia Andrade critica discursos vazios e denuncia omissão do Estado na proteção às mulheres

Para a parlamentar a redução da maioridade penal e a adoção de punições mais severas, argumentando que proteger a vida das mulheres exige compromisso


Para a parlamentar a redução da maioridade penal e a adoção de punições mais severas, argumentando que proteger a vida das mulheres exige compromisso real, e não apenas posicionamentos simbólicos



Durante a sessão ordinária desta semana na Câmara Municipal de Porto Velho, a vereadora Sofia Andrade (PL) fez um pronunciamento categórico  sobre o aumento da violência contra a mulher em Rondônia, criticando o que classificou como “discursos vazios” e a falta de ações concretas por parte do poder público.

Na tribuna, a parlamentar afirmou que a violência contra mulheres tem se tornado algo “comum” no estado, especialmente na capital, e destacou que apenas debates e manifestações públicas não são suficientes para mudar essa realidade. Segundo ela, discursos e vídeos em redes sociais não salvam vidas nem garantem proteção dentro de casa.

Sofia Andrade também questionou a incoerência de lideranças e movimentos que, segundo ela, defendem publicamente a pauta da proteção à mulher, mas apoiam politicamente gestores e parlamentares que não investem em políticas efetivas de segurança e justiça. A vereadora citou como exemplo a falta de estrutura no estado, lembrando que Rondônia conta com apenas um legista para atender a capital e o interior, além do funcionamento limitado das delegacias especializadas, que não operam aos finais de semana.

Outro ponto destacado foi a ausência de medidas mais rígidas contra agressores. A parlamentar defendeu propostas como a redução da maioridade penal e a adoção de punições mais severas, argumentando que proteger a vida das mulheres exige compromisso real, e não apenas posicionamentos simbólicos.

A vereadora também criticou a falta de luto oficial e de reflexões mais profundas diante de crimes recentes, afirmando que, mesmo após assassinatos de mulheres, incluindo o de uma policial civil, eventos festivos continuaram ocorrendo normalmente no estado.

Ao se dirigir diretamente às mulheres, Sofia Andrade lembrou que elas representam mais de 50% do eleitorado, mas ocupam apenas duas cadeiras na Câmara Municipal. Para ela, isso reflete escolhas políticas que não priorizam a proteção da vida. A parlamentar ainda cobrou transparência sobre investimentos e ações concretas anunciadas por governos e parlamentares, afirmando que muitas iniciativas não saem do papel.

Encerrando o discurso, a vereadora fez um apelo para que a sociedade reflita sobre os exemplos que está seguindo e sobre quem está sendo aplaudido: se discursos sem resultados ou mudanças reais. Ela destacou a importância da família, da honra e da responsabilidade coletiva no enfrentamento da violência, afirmando que a proteção da vida deve estar acima de ideologias e conveniências políticas.

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