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QUEBRA DE DECORO: Empresário Paulo Andreoli protocola 4º pedido de cassação contra Marcos Combate

Caso de agressão contra jornalista ganhou repercussão nacional e afeta a imagem da Câmara de Vereadores de Porto Velho

Caso de agressão contra jornalista ganhou repercussão nacional e afeta a imagem da Câmara de Vereadores de Porto Velho


O jornalista Paulo Andreoli protocolou, na manhã desta terça-feira (19), mais um pedido de cassação contra o vereador Marcos Combate, do Avante. Este é o quarto pedido apresentado somente nesta semana contra o parlamentar. Os pedidos surgem após a denúncia de agressão contra o jornalista Edval Francisco dos Anjos Junior dentro do gabinete do vereador Breno Mendes, que presenciou o episódio.


Segundo relatos apresentados no pedido protocolado, a vítima afirmou em Boletim de Ocorrência que foi agredido fisicamente e verbalmente pelo vereador Combate. O vereador Breno Mendes que presenciou o fato, disse que a vítima não teve qualquer reação de defesa diante das agressões sofridas durante o episódio ocorrido dentro da Câmara Municipal.


No documento, Paulo Andreoli sustenta que houve quebra de decoro parlamentar por parte de Marcos Combate, utilizando como base o boletim de ocorrência registrado após o caso. O jornalista afirma que o histórico apresentado no registro policial demonstra coerência e gravidade suficientes para justificar a abertura de um processo de cassação.


A pressão política sobre o vereador aumentou desde segunda-feira (18), quando representantes da categoria dos jornalistas estiveram na Câmara de Vereadores cobrando uma apuração rigorosa do episódio e a abertura de processo de impeachment contra o parlamentar. O presidente da Câmara de Vereadores, Gedeão Negreiros informou que os pedidos de cassação contra Marcos Combate estão sendo encaminhados à Procuradoria Jurídica e aguarda parecer para dar andamento nas apurações.  


O caso ganhou forte repercussão nos bastidores políticos e entre entidades ligadas à imprensa, principalmente pela acusação de violência física contra um profissional de comunicação dentro de um espaço institucional do Poder Legislativo.


Agora, caberá à Câmara analisar os pedidos protocolados e decidir se abre procedimento formal para investigar a conduta do vereador e eventual quebra de decoro parlamentar.

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