Ieda Chaves defende a causa animal e o homem do campo e expõe desafios do mandato
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| Em entrevista à Rádio Rio Madeira, a candidata à reeleição reforça a execução das leis e mecanização. |
Entre as frentes de trabalho que marcam a atuação da deputada estadual Ieda Chaves (União Brasil), candidata à reeleição (44.123), está a de garantir que as leis de proteção aos animais saiam do papel e dar estrutura a quem produz alimento no campo. As falas foram registradas em entrevista ao radialista Edmilson Silveira, do programa "Repórter do Povo", da Rádio Rio Madeira, em Porto Velho, nesta sexta-feira (21).
No primeiro tema, o recado é direto. As leis existem, mas o problema é fazê-las valer. "A gente fez diversos encaminhamentos, mas o principal que eu acho que hoje, nosso principal desafio, é justamente fazer com que, por exemplo, as leis que a gente criou, elas sejam executadas", afirmou Ieda Chaves.
A preocupação ganha contorno humano quando o assunto é a causa animal. "Um animal, quando você tem na sua casa, ele faz parte da família. Ele sente dor, ele sente fome, ele sente sede, ele sente abandono", destacou, antes de reforçar a responsabilidade de quem decide adotar: "Ou você tem um animal para ser da sua família, de ter os mesmos cuidados, com dignidade, ou não tem um animal", disse a candidata.
Ieda Chaves lembrou ainda que maus-tratos é crime previsto na Lei nº 14.064/2020 e que ninguém é obrigado a ter um animal, mas quem tem precisa fazer a coisa certa. "Ninguém te obriga a ter um animal, mas se você pegou, você tem obrigação, sim, de fazer a coisa certa, porque, inclusive, maus-tratos é crime, e isso tá na nossa lei".
Agricultura familiar
No campo, a aposta é na mecanização da agricultura familiar. De acordo com a candidata, uma parcela das associações rurais trabalha de forma praticamente manual. "Se eles recebem um trator e os implementos, e eles imaginam quanto que aquilo eles vão produzir mais, mais rápido, mais eficiente, e isso vai gerar mais renda, vai gerar uma qualidade de vida melhor para aquela população", explicou Ieda Chaves.
A justificativa vai além da produção. "São pessoas que trazem o alimento para a nossa mesa. A gente tem que fazer com que eles fiquem no campo, mas fiquem no campo com dignidade e com transformação social", completou. Desde o início de seu mandato, já foram destinados mais de R$ 8 milhões em emendas parlamentares à agricultura.
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